#122 – 2020.07.22 – Santa Cruz

Conhecemos melhor o concelho de Santa Cruz mais perto do fim da viagem, apesar de ter sido o primeiro por onde passámos… simplesmentes porque é lá que se situa o aeroporto.

A estrutura do aeroporto é uma obra de engenharia muito interessante que proporciona belas imagens, por exemplo, ao passarmos mesmo por baixo, na via rápida.

O aeroporto é pequeno, chegamos e atravessamos a pé a pista até à gare, pelo menos nesta altura de menor tráfego.

Claro que o Ronaldo estava lá a dar-nos as boas-vindas, em segurança!

Foi também no concelho que comemos as maravilhosas espetadas em pau de louro. Delícia.

A vila em si é bonita e agradável de passear.

Mas o melhor mesmo foi a praia. As últimas horas antes de irmos embora foram passadas aqui, à sombra das palmeiras, água quente e descanso. E já cheios de saudades. Adeus Madeira, até breve.

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#121 – 2020.07.22 – Santana

Fomos a Santana pelas casas típicas, tão conhecidas e um marco turístico da Madeira.

O tempo estava um pouco carregado naquele dia e a região não transpareceu o melhor de si mas mesmo assim ainda vimos belas paisagens. É nos caminhos antigos que vemos as preciosidades.

A igreja de Santana é simples mas bonita.

Nesta parte da costa norte, longe do rebuliço turístico a vida segue calma…

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#120 – 2020.07.22 – São Vicente

Acho que o concelho de S. Vicente foi o que mais deslumbrou. Cada local tem uma beleza que marca: o interior com as montanhas e vales; a costa com o recorte das escarpas; a vila, bonita e bem arranjada, tão acolhedora…

Vínhamos da Ribeira Brava, pela VE4 no meio daquele vale lindo. Passámos o túnel e antes da capital do concelho vimos uma bela igreja no topo de um monte a sobressair daquela imensa massa verdejante nas montanhas. Era a Capelinha de Nossa Srª Fátima.

As paisagens daquele ponto são algo surreal, para qualquer lado que nos viremos.

Para o interior…

Para o mar…

Para Este ou Oeste…

É uma imensidão de natureza, de verde, de céu.

Mas seguimos… Na vila demos um pequeno passeio até ao centro.

Descansámos um pouco no largo da igreja Matriz.

Continuando pela costa, para Este, descobrimos Ponta Delgada (existem muitos nomes de localidades partilhados entre os arquipélagos).

Beleza extrema e mergulhos no mar (para o pai) e na piscina (para os filhos).

Ao fim do dia, mais outra maravilha da Madeira. Um belo jantar de peixinho em frente a esta praia. No entardecer ou já de noite… não é linda?

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#119 – 2020.07.22 – Machico

Machico acompanhou-nos no início e no fim da viagem. Começámos logo no primeiro dia numa ida à Prainha do Caniçal para testarmos as águas madeirenses, descansarmos do voo e do desfazer das malas.

Pára-se o carro junto da estrada e desce-se por um caminho rústico com algumas escadas. A praia é uma pequena baía de areia escura (das poucas na Madeira). Pouca gente na praia pois já era fim de tarde e nuvens encobriam o sol. A água estava divina e como precisávamos, foi um entardecer de mar e descanso.

Saímos de lá ainda com tempo para um passeio curto nesta ponta nordeste. Paisagens exuberantes a qualquer hora do dia seria uma coisa que nos íamos habituar de ver nesta nossa viagem mas este foi um ótimo começo.

A própria cidade do Machico é bastante grande e diversa. Tem uma das poucas praias de areia branca da Madeira e uma marginal com bastante animação.

As ruas interiores são calmas e bem arranjadas. Demos um bom passeio.

Num dos recantos um mural com poemas.

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#118 – 2020.07.21 – Ribeira Brava

A Ribeira Brava é uma terra bem cuidada e que parece estar virada para o turismo e para receber visitantes.

Passámos uns bons momentos a passear no centro. Ruas calmas, alguns monumentos…

No interior da Igreja Matriz, os arcos interiores regressam.

Na marginal vemos resquícios do antigo forte, construído para proteção da ilha e daquele porto dos ataques de piratas.

O local da Câmara Municipal é dos mais interessantes que já vimos.

Saímos do concelho por uma das estradas mais bonitas: a VE4 para Norte que corta a ilha em dois. São alguns quilómetros que serpenteiam as montanhas interiores.

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#117 – 2020.07.21 – Ponta do Sol

Gostámos deste concelho por causa de uma praia – a praia de Madalena do Mar. Uma curva de seixos, umas águas que convidavam tanto a entrar e uns petiscos mesmo ali à beira-mar. E tudo isto só para nós, como se ficasse numa costa de uma qualquer ilha desconhecida de qualquer mapa.

Bons petiscos na esplanada do local, uma carne macia (confesso que estava à espera de grelhados) e uma espécie de guisado de peixe fresco, tudo acompanhado da tradicional poncha.

De regresso ao passeio saímos dali por uma das poucas estradas rente ao mar. Atualmente quase todas estão fechadas devido às derrocadas e falta de manutenção, agora que as vias rápidas estão omnipresentes. É óbvio que estas são importantes para a população local e para a sua mobilidade mas os antigos caminhos permitiam apreciar ainda mais a ilha. Era bom que pudessem ser reavivados. Que maravilha aqueles túneis rústicos e as cascatas a escorrer para a estrada.

No restante caminho para a capital, avenidas bem arranjadas e uma pequena praia no centro.

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#116 – 2020.07.21 – Câmara de Lobos

Este concelho é uma tira estreita de território que se estende do Curral da Freiras até ao oceano. Começámos aí, na capital, junto ao mar. Uma povoação que serviu de inspiração a Winston Churchill para as suas pinturas após a Segunda Guerra Mundial, onde esteve para descansar e preparar um dos seus livros de memórias.

O centro é pequeno e típico com um porto de pesca, uma pequena praia e ruas de bares, com Ponchas e Nikitas a cativarem os visitantes.

No meio dessas ruas uma pequena capela, de Nossa Senhora de Conceição, tenta dar um pouco de espiritualidade ao local.

À saída, mais uma das estreitas praias de seixos.

Mais a norte, o Cabo Girão era ponto obrigatório de paragem. Temos um miradouro fantástico com vistas deslumbrantes. Na zona também existe um teleférico que desce a encosta mas, por causa do maldito Covid, estava fechado.

Visitámos o interior uns dias mais tarde. Começámos no Curral das Freiras, uma pequena aldeia “presa” num vale verdejante.

Seguimos depois por estradas com curvas e contra-curvas (mas em muito bom estado) para o Pico do Areeiro, um dos topos montanhosos da Madeira. Só o passeio vale a pena, paisagens, vistas, natureza, céus, mar e montanhas tudo junto a assoberbar os sentidos.

O Pico propriamente dito, impele-nos a ir lá, caminhar pelos estreitos e fazer a viagem até ao irmão, o Pico Ruivo. Fica para outra altura. Sem falta!

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#115 – 2020.07.21 – Calheta

Calheta é um concelho grande (o maior da Madeira) e diversificado. Temos montanhas no interior, uma costa repleta de praias e uma zona norte com escarpas de escarpas altas e menos povoada.

Começámos a visita a propósito de fazer uma Levada, esses caminhos de transporte de água que serpenteiam toda a ilha. Para nosso azar escolhemos a entrada do nosso no sítio mais difícil, especialmente quando a nossa condição física, digamos, não está no auge. Foi um martírio.

Começámos, portanto, no topo. Nessa altura eram só Ah, Oh, vistas deslumbrantes (que eram mesmo).

Era a Levada das 25 Fontes que começa com uma descida de 2km em estrada normal e segue um percurso até ao Rabaçal e ainda mais além.

Havia vários sinais de obras no circuito e optámos por enveredar pela Levada do Risco que tem, em parte, um percurso coincidente. Esta é uma Levada curtinha, sem grande emoção no caminho mas que termina numa grande cascata, com um gruta que em tempos deveria passar por trás da queda de água. Agora esse caminho está cortado.

De volta às 25 fontes andámos bastante mas soube a pouco. Muitas das fontes era só pequenos bebedouros e no calor extremo custo-nos um bocado a apreciar devidamente. Mesmo assim, os mais corajosos conseguiram chegar à lagoa de águas frias que atrai tanta gente.

O problema foi mesmo o regresso e os seus 40.000 degraus sempre a subir. Ufa!
Recuperámos o esforço mais tarde nas piscinas de Porto Moniz.

A segunda parte do concelho percorremos uns dias mais tarde, desde a Ponta do Pargo até à vila capital de concelho.

A Ponta do Pargo é um extremo deserto e tranquilo. Um local de uma paz que desarma e cativa para ficarmos mais e mais tempo. Estar no topo do monte a contemplar a água azul turquesa lá em baixo, ninguém à vista, que bom!

No caminho de regresso virámos para a Fajã da Ovelha, só por este nome tão engraçado. Estradas a contornar a encosta e povoação aos socalcos de frente para o mar.

Mais uma estrada e eis-nos no famoso Paúl do Mar.

Tem a calma da Ponta do Pargo mas já com alguma população e também motivos pitorescos: um cemitério lindo, paredes meias com as bananeiras. Um bom sítio para passar a eternidade.

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#114 – 2020.07.20 – Porto Santo

As expectativas para Porto Santo estavam bem altas e isso foi mau… mas comecemos pelo início.

Partimos de manhã bem cedo no porto do Funchal, a bordo do Lobo Marinho, o mini navio de cruzeiro que nos leva numa viagem de duas horas. Tranquila, com mar calmo e muitas hipóteses de nos distrairmos a bordo: ver as vistas nos vários deck, sentado a ver televisão ou a ler no interior, salas de jogos e até uma sala de cinema. Fiquei aqui uma meia-hora no meio da viagem, quando só se via mar ou qualquer das ilhas ainda/já era um ponto minúsculo no horizonte. Foi uma sensação estranha porque a sala fica num piso bastante inferior, onde não se sente ondulação nenhuma e até é agradável, mas começamo-nos a lembrar dos filmes de naufrágios e a pensar se esta coisa afunda, nunca vou chegar lá acima…Eh, eh!

A chegada é feita num porto simples que mais tarde veríamos de cima, no Miradouro da Portela. As vistas no Porto Santo, são realmente um dos atrativos principais.

Mesmo ao lado do porto, uma estação de tratamento de águas? Uma central de dessalinização? Não, um projeto de investigação de produção de energia através de biomassa de micro-algas, que existe há bastantes anos sem grandes resultados, pelo menos na opinião de alguns locais.

O caminho para Vila Baleira (curiosamente, a capital do concelho não tem o nome do mesmo) é rápido. Numa estrada curva, pelo litoral. O centro da cidade é simples mas repleto de comércio e pequenas vivendas de alojamento de férias. “Está a ver aquela ali, é onde o presidente Alberto João vem todos os anos”, dizia o nosso motorista de táxi que nos levou ao passeio pela ilha. Engraçado que estas referências iriam repetir-se ao longo desta volta: o terreno em frente à praia que o Ronaldo comprou (“mas ainda não fez nada”, para desalento do cicerone, o apresentador Jorge Gabriel, que vem todos os anos à Ilha Dourada e que fala bem com toda a gente (e que ia trazendo há dias o Covid para lá), etc, etc.

Depois fomos à praia. O ex-libris da ilha, lisonjeado por todos, estende-se por quase toda a costa sul, num areal extenso de areia branca. A água estava quente e com poucos turistas passámos um bom momento de relax.

Mas não ficámos demasiado tempo. Alugámos um taxi e fomos percorrer a ilha. É uma boa forma de visitar todos os recantos. Pagámos 40€ por duas horas(?) de voltas e com a sorte de ter calhado um conversador que nos ia explicando os locais, as histórias, o que tornou a viagem bastante mais interessante. O homem, em cada lugar era capaz de estar a falar por largos minutos, contando este e aquele pormenor. Às vezes um pouco demais, vamos que queremos conhecer o resto da ilha e ainda temos um barco para apanhar.

A costa é luxuriante e muito bonita. O interior está bastante seco e pouco atrativo. Numa das conversas do nosso motorista, ele explicou a seca quase permanente que a ilha vem suportando – a pouca chuva que cai não chega para tornar verde os campos – exceto o de golfe, embora algo pálido. Quase nada se cultiva já e tudo precisa de ser importado da ilha principal do arquipélago.

No lado oeste da ilha pudemos ver o pico de Ana Ferreira e as suas formações prismáticas, únicas na Europa juntamente com as irlandesas do Giant’s Causeway (pelo menos foi o que o nosso guia disse, não confirmei).

Mais ainda a ocidente, havia uma praia que tinha gostado muito de visitar, mas envolvia uma descida grande e tempo que não tínhamos, era a praia do Zimbralinho, uma baía rochosa de água limpa.

Ficámos cá por cima, onde a paisagem também não desiludiu.

O nosso tempo estava no limite e regressámos ao centro. Já não havia autocarro para o barco e tivemos de arranjar outro taxi para nos levar.

O regresso foi também calmo a bordo do navio de cruzeiro. O mar estava bonito.

Esse tempo de regresso, duas horas, também nos deu para fazermos uma avaliação do passeio. Não nos interpretem mal, gostámos da ilha mas como disse, as expetativas estavam elevadas. Com mais tempo de certeza que iríamos aproveitar mais e tirar melhor partido de tudo. Mas, friamente, não pudemos deixar de pensar no custo financeiro em ir lá.

Foi mais um cantinho de Portugal, que não podíamos deixar de conhecer.

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#113 – 2020.07.19 – Porto Moniz

Entrámos neste concelho pela serra, vindos de uma caminhada demoníaca numa Levada(objeto de mais detalhe noutro post). Mas logo neste início vimos que seria diferente.

Sempre a descer desde o topo dos montes até ao mar, ó delicioso mar onde nos vamos refrescar.

Mesmo dali de cima vê-se o ex-libris da terra, as piscinas “naturais”. Há dois grupos: as modernas, com cadeiras e mais espaço e as antigas, grátis, mas mais pequenas e rústicas. Estava pouca gente, escolhemos estas últimas.

Sapatos de água calçados (não queremos magoar os pezinhos de princesa, certo?), galga-se as rochas e mergulhamos nestas piscinas de água salgada e vista deslumbrante.

Foram bons momentos.

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